(Source: pointlessxnostalgic)
(Source: pointlessxnostalgic)
Descobri que sou comum.
Nos meus defeitos,
nos meus acertos.
Todos os clichês dos quais fugi,
todo o ideal que criei pra mim.
Igual, comum, mais uma.
Sonhei ser única,
criar o subterfúgio,
evitar o sofrimento,
viver o paralelo.
Pretensão…
falhei.
Igual, comum, mais uma…
Qual o problema?
Igual a você, igual a mim. Todos iguais, todos diferentes.
A beleza de descobrir que não é lá fora que estou, é aqui dentro que me encontro.
Dentro de mim, sou como qualquer uma, com todos os clichês, com toda a alegria, com toda a tristeza.
Descobri? Reconheci.
Faço parte, finalmente.
Ana Paula V. V.
(via 20 Cats As Fonts)
(Source: blogfashionismo)
Senna ♥
Watched the documentary on Ayrton Senna last night, it was so amazing. I think it’s safe to say he is my new major crush… Everybody should go watch that movie!
Para sempre…
Me encontro com 25 anos (1/4 de século para alguns), prestes a completar 26.. Já não sou uma menina, todos os dias agora me parecem mais e mais preciosos. Nos últimos anos, especialmente ano passado, me dei conta da brevidade da vida, da importância de nossos atos, do quanto é preciso sentir, agir, ouvir, viver… Dos tantos dias que gastei assistindo minha vida, sem tentar entendê-la, talvez tenha sido um caminho natural que precisei percorrer para dar valor a tudo que importa pra mim… Enfim, uma nova fase que processo dia a dia na minha cabeça, e que talvez levarei toda minha história para compreender.
Disse no início minha idade, pq muitas coisas dentro de mim mudaram, minha essência continua, mesmo que por vezes eu a tenha esquecido no meio do caminho… mas nunca senti solidão, nunca.. devo isso a um ser que apareceu na minha vida de surpresa e que a mudou completamente, trazendo muito amor pro meu coração: a Xuxa, minha companheirinha.
Há 15 anos, em 1997, minha vida era basicamente rir com meus amigos e ver meus pais juntos, não havia qualquer preocupação… meu único grande dilema era tirar nota alta em matemática. Foi então que meu pai apareceu um dia me falando, baixinho, que havia visto uma cachorrinha… me levaria para vê-la e assim, juntos tentaríamos convencer minha mãe a ficar com ela. Quem conheceu meu pai sabe que ele era um desses adultos, que nunca deixou a criança que um dia foi morrer dentro dele.. pelo contrário, sempre ressaltou essa alegria… então, minha mãe já sabia que nós dois só estávamos pensando na diversão e nas brincadeiras que um novo integrante poderia proporcionar… e limpar, cuidar, tratar ficaria a cargo dela rs.
O plano deu certo, minha mãe aceitou e a trouxe pra casa. Muitas vezes pensei nela como o Marley do filme, o “pior” cachorro do mundo… não, não… nada de bagunça, era é muito geniosa, personalidade que a tornou única. Só fez o quis, toda sua vida… rosnou para 99% dos meus amigos, mordeu uns dois… avançou em carteiros, zeladores, entregadores etc. Fez algumas vítimas.. canários desatentos que tomavam tranquilamente sol no quintal de minha antiga casa. Brincou com algumas baratas, fez pouco caso das lagartixas e travou sua grande batalha no dia em que um gato entrou no armário do quarto dos fundos, sumiram debaixo dele… pensei: “pobre felino, esse será seu fim”, minutos de muito rosnados depois, com custo os separei e a vi cheia de arranhões… o gato? inteiro, nenhuma mordida!
Xuxa realmente não era de guerra, havia sim uma grande armadura por fora mas dentro era só carinho. Não negarei, venceu muitas dispustas..de mim! Para sempre terei suas pequenas mordidas cicatrizadas e pq não… imortalizadas em minhas mãos e pulsos. Nunca foi de lambidas, a primeira parte de nossa história pode ser resumida em dentadas (de muito amor!).
O tempo passou e fomos amadurecendo, minha salsichinha começou a se dar conta de seu longo corpo, e correr ou escalar o topo do sofá já não eram tarefas fáceis como de costume. Iniciava-se nossa segunda parte, a do companheirismo. Inseparáveis, gênios cada vez mais parecidos e um apoio incondicional.
Foi assim que caminhamos juntas até hoje… quando suas forças já não foram mais suficientes para seguir comigo.
Para muitos, cachorros são só cachorros. Sim, somos espécies diferentes… não compartilhamos da mesma língua mas somos complementares. Vai ser difícil imaginar um mundo onde não poderei mais dividir minhas alegrias e tristezas.
Ela ouviu cada um dos meus medos, meus temores, testemunhou muitas lágrimas mas também, muitos sorrisos, gargalhadas e vitórias. Estava lá, sempre.
Algumas horas atrás, quando a vi dar seus últimos suspiros em meu colo, pedi a Deus que desse um pouco mais de saúde, para que pudesse continuar a luta que vinha travando no último mês. Já não conseguia mais andar, seu olhar não estava como antes… sempre temi o dia em que eles parariam de brilhar. Mas alí, em minha última conversa com ela, também pedi a Ele que se não fosse possível trazer sua saúde de volta, que a protegesse e cuidasse dela pra mim.
Poderia ficar aqui e continuar contando do quanto ela trouxe alegria pra minha vida… na verdade, só ia escrever uns 2 parágrafos… É… é muito difícil me despedir mas é a lei da vida, a única impossível de mudar.
Mas um dia nos encontraremos novamente, todos nós.
À minha companheira, um grande beijo.
Sempre encontro conforto nas belas letras, melodias… e em todo amor que essa banda carrega dentro de si.
“I’ve been in every black hole
At the altar of the dark star
My body’s now a begging bowl
That’s begging to get back, begging to get back
To my heart
To the rhythm of my soul
To the rhythm of my unconsciousness
To the rhythm that yearns
To be released from control”
(Moment of Surrender - U2)
“There were no jobs to get. It was like we were all going nowhere, so we decided to go nowhere together and form a band.”-Larry on the beginnings of U2
(Source: outofcontrolonthegrid)
I propose to make this day, September 25th, a U2er holiday. We shall celebrate the formation of one of the biggest bands in the world, our 4 irish men, U2. Thank you for staying together all these years, for giving us beautiful songs, unforgetable shows and for being with us. Happy 35th Anniversary!
Há 35 anos 4 rapazes iniciavam sua jornada de maneira grandiosa… ou quase isso rs.. na cozinha do Larry…
Bono, ainda Paul, pensava em se tornar um guitarrista mas sequer tinha levado sua própria na 1ª reunião, na época era um adolescente sem auto confiança, ouvia de todos que no futuro poderia ser no máximo um vendedor ambulante mas foi ao encontro, encorajado por um amigo que acreditava mais em seu futuro do que ele mesmo.
Edge tinha levado a guitarra que construiu no quintal de casa junto com seu irmão e que fazia algum barulho (o que já era suficiente).
Adam acabava de voltar do Paquistão, onde tinha conhecido Bob Marley e o haxixe, rebelde, não via mais sentido em estudar, precisava se agarrar a uma coisa.
Larry, o cara que colocou o aviso no mural da escola a procura de integrantes para montar uma banda, estava esperando por eles com sua bateria, que mal cabia na cozinha. Sonhava em montar a Larry Mullen Band mas em menos de 10 minutos Bono estragou tudo, já destinado a ser líder do U2, que hoje completa 35 anos.
Minha admiração por esses meninos é imensa mesmo eles não tendo a menor ideia de quem eu seja mas fã é assim mesmo, né? Parabéns Larry Mullen Band, parabéns U2! :) #U235 #ItsAMusicalJourney